Perguntas e Respostas Frequentes!

Porque devo escolher uma Clínica Credenciada ao Grupo Jovens Livres

1 - O que se deve fazer para saber se a pessoa está usando drogas?

Indícios podem ser observados no comportamento, quando a pessoa se torna mais eufórica, ou com muita energia, ou disperso ou ainda com comportamento depressivo. Já do ponto de vista físico, é possível observar sinais como pupilas dilatadas ou muito contraídas, coordenação motora alterada, alteração no apetite, alteração do sono. Do ponto de vista físico: pupilas dilatadas ou muito contraídas, aceleração dos batimentos cardíacos, coordenação motora alterada, aumento ou diminuição do apetite, inquietação, ou alteração no sono podem ser consequências do uso de drogas. Preste atenção em alguns objetos, como canudos, seringas, lâminas de barbear, espelhinhos; estes são usados, geralmente, para o consumo de cocaína, por exemplo. Porém, é importante assinalar que o fato da pessoa apresentar um ou mais destes sintomas não significa necessariamente que está consumindo alguma droga, já que mudanças de comportamento ou alterações físicas podem ter as mais diferentes causas.

2 - Porque uma pessoa que não tem problemas se torna usuária de drogas?

Muitos começam a usar drogas por curiosidade, por desejo de ter experiências fortes e emocionantes, para sentirem-se integrados com seu grupo de amigos ou por pressão destes. Também há aqueles que, por falta de opções ou por tédio, procuram as emoções que as drogas potencialmente poderiam trazer.

Hoje se sabe que os fatores que levam alguém a experimentar essas substâncias são muito variados, mas que tem origem em três fatores: um deles é a presença da droga, somada a disponibilidade e facilidade ao acesso. Aí se observa inclusive a aceitação da sociedade e até as propagandas, no caso de bebidas e cigarro.

Outro fator é a droga e seus efeitos agradáveis. O adolescente começa a ter uma visão deturpada: ele só percebe os efeitos prazerosos e não mede os efeitos ruins, seja por desconhecer o que a substância causa ou por achar que ele é mais forte que ela. O terceiro fator é o pessoal. Algumas pessoas têm uma estrutura psicológica ou conflitos com os quais não conseguem lidar e buscam na alteração da consciência uma forma de aliviar suas tensões. Isto pode aumentar a probabilidade de uso de drogas. A Clinica Jovens Livres esta aqui para te ajudar.

3 - Como agir quando o usuário nega estar usando drogas?

A negação deve ser observada como uma recusa em admitir problemas, mesmo quando engano e mentira são conscientes. Assim, é bastante comum que os familiares e amigos do usuário comecem a fazer acusações e a enfrentá-lo, colocando-o contra a parede e fazendo ameaças.

Este comportamento, entretanto, reforça fatores como resistências e defensivas do dependente. O tratamento com base na Terapia Cognitivo-Comportamental parte do princípio de que o que leva a pessoa a mudar seus comportamentos é a motivação, que pode ser explicada como um estado de prontidão ou de avidez para a mudança. Ela pode oscilar de tempos em tempos ou de uma situação para outra, mas também pode ser influenciada por outras pessoas. Dessa forma o recomendável é evitar o confronto e explorar “o outro lado” no comportamento do paciente. Ele tem fissura pelo consumo da droga mas, ao mesmo tempo, apresenta insatisfação com isso e deseja a mudança.

A maneira de fazer essa insatisfação vir à tona é conversar com calma, evitando acusações, mas pontuando de modo claro os problemas que o comportamento do usuário está trazendo para si e para os outros, sem julgamento moral e sem receitas. Explorar esse sentimento que no fundo o faz sofrer e discuti-lo com solidariedade. Acreditando que o dependente tem em si próprio o desejo de mudar, embora possa negar esta necessidade, é possível auxiliar fazendo vir a luz as razões para a necessidade da mudança de comportamento, esclarecendo os riscos de mantê-lo como está. E há recursos para isso, com possibilidades efetivas de atendimento profissional.

4 - O que fazer quando descobrimos que um ente querido começou a usar drogas?

O primeiro passo é conversar com o usuário para descobrir qual o padrão de uso, como que drogas está usando, se usa com frequência, aos finais de semana, sozinho ou com amigos. O ideal é ter uma boa conversa, de preferência partindo de alguém que possua uma relação estreita e de confiança. Às vezes leva um tempo para que o usuário tenha uma mudança de atitude, mas esta é necessária para que encontre dentro de si motivação para procurar ajuda profissional para o tratamento de sua doença.

5 - Quem é o culpado por alguém da família estar usando drogas?

Não existe um culpado. Nem o dependente e nem a família. Este sentimento de culpa, aliás, bloqueia o diálogo e impede o tratamento, fazendo com que a família e o paciente percam o foco e se agridam mutuamente. É preciso haver disposição para uma mudança de atitude, uma relação mais saudável por parte da família, contribuindo para a mudança de comportamento do paciente.

6 - O paciente precisa chegar ao fundo do poço para pedir ajuda?

Não. Este pensamento é equivocado, com base em preconceitos e que pode causar danos à vida dos usuários. A crença de que supostos benefícios que o fundo do poço poderia trazer ao paciente são baseados em conceitos morais, que entendem o dependente químico como indivíduo que nega sua condição e resiste permanentemente ao tratamento. Desse modo, a mudança só viria a partir do sofrimento extremo, sentido na carne.

Deixar o paciente caminhar para o fundo do poço só faz aumentar as chances de fracasso. No entanto, a negação ao tratamento não é uma condição estável. Ela pode oscilar rumo à motivação convicta para a mudança. Tal mudança pode ser estimulada pelos grupos de convívio destes indivíduos. Ao contrário do confronto, a empatia e conselhos honestos acerca da situação contribuem para o fortalecimento dos vínculos entre o paciente e seu meio, o isenta de julgamentos morais e aumenta seu suporte social. Deixa-o, assim, mais propenso a buscar ajuda e menos ao fundo do poço, um ambiente que em sã consciência não se desejaria a ninguém.

7 - Como receber alguém que esteve em regime de internação?

O momento do reencontro com a família, com os amigos, com a sociedade, é muito importante, por dois motivos: É a hora em que a pessoa entra em contato com o mundo novamente, onde poderá ser exposto a situações que inclusive o levaram às drogas; mas também significa a oportunidade de encontrar alternativas para mudar seu estilo de vida.

O paciente precisa reaprender a viver, agora sem o uso de drogas, substituindo-as por outras atividades que também possam lhe dar satisfação, mudando seu comportamento. Portanto, além da presença da família, a recomendação é de que ele continue com o acompanhamento pela equipe multidiciplinar da clínica, pois estes serão fundamentais na nova fase da vida. nossas unidades da Jovens Livres Clinicas de Recuperação é a melhor do Brasil, Melhor clinica de dependência química do Brasil Jovens Livres.

8 - A internação compulsória está prevista em lei?

Sim. Quando a pessoa não quer se internar voluntariamente, pode-se recorrer às internações involuntária ou compulsória, definidas pela Lei Federal de Psiquiatria (Nº 10.216, de 2001). § Internação involuntária: de acordo com a lei (10.216/01), o familiar pode solicitar a internação involuntária, desde que o pedido seja feito por escrito e aceito pelo médico psiquiatra.

A lei determina que, nesses casos, os responsáveis técnicos do estabelecimento de saúde têm prazo de 72 horas para informar ao Ministério Público da comarca sobre a internação e seus motivos. O objetivo é evitar a possibilidade de esse tipo de internação ser utilizado para a prática de cárcere privado. § Internação compulsória: neste caso não é necessária a autorização familiar. O artigo 9º da lei 10.216/01 estabelece a possibilidade da internação compulsória, sendo esta sempre determinada pelo juiz competente, depois de pedido formal, feito por um médico, atestando que a pessoa não tem domínio sobre a sua condição psicológica e física.

1- Porque devo escolher uma Clínica Credenciada ao Grupo jovens livres entre várias outras opções?

O Grupo Jovens Livres é uma empresa de princípios, se trata de uma empresa séria e que vem obtendo resultados positivos a muitos anos no Brasil. O Grupo Jovens Livres uma Rede de Clinicas Credenciadas, todas com excelentes qualidades. Listamos abaixo os principais motivos pelos quais o Grupo Jovens Livres é considerado Referência no Brasil quando o assunto é Tratamento contra dependência química e/ou alcoólica.

2- Qual a Localização das Clinicas Jovens Livres?

Estamos Localizados em todas as regiões do Brasil, Procure a mais próxima de Você.

3- Em quantos Estados Existem clinicas da jovens livres?

Em 16 Estados Brasileiros, busque um atendente e vê a mais próxima de Você!

4- Como é Feita a escolha de Profissionais das Clinicas Jovens Livres?

A escolha dos profissionais especialistas que cuidam dos nossos pacientes é feita de maneira cuidadosa e refinada, pois eles são os responsáveis diretos pelos resultados que o tratamento alcançará. Não haverá nenhum resultado positivo se os pacientes forem tratados por profissionais inexperientes ou mesmo por pessoas que não possuam treinamento e outras qualidades de suma importância, disponibilizamos os melhores, segue abaixo os profissionais que fazem parte efetivamente do nosso quadro.

5- Quais são os documentos que as clinicas jovens livres disponibiliza?

Todas as Clinicas Credenciadas do Grupo JOVENS LIVRES disponibiliza de CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, SEMEF - Alvará de Funcionamento Prefeitura, CNAE - Cadastro Nacional de Atividade Empresarial – CNES - Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde, LICENÇA-ANVISA - Sistema de Informação em Vigilância Sanitária, SEGURANÇA - Alvará de Licença Corpo de Bombeiros

6- Quais os profissionais que as clinicas jovens livres disponibilizam  ?

Diretor Clinico, Médico Psiquiatra, Médico Clinico, Dentista, Psicólogos, Terapeutas, Enfermeiros, Técnicos de Enfermagem, Auxiliares de Enfermagem, Nutricionistas, Educador Físico, Terapeutas Ocupacionais, Terapeutas Motivacionais, Seguranças 24hs, Coordenador, Monitores, Jardineiros, Manutenção Predial, Cozinheiras, Auxiliares de Cozinha, Lavadeiras, Faxineiras, Motoristas, Auxiliares Administrativos, Secretaria, Financeiro, Auxiliar financeiro, entre diversos outros além das assessoria de Advogados, Engenheiro, Contador, Projetistas, Pesquisadores, Médicos Parceiros, entre vários outros.

Segurança e Monitoramento 24horas com Estrutura Segura.

6- Qual é o metodo de Tratamento Usado nas clinicas jovens livres?

O Tratamento Emocional é uma experiência intensa e transformadora desenvolvida através de terapias impactantes, que conduzirá o dependente de Drogas e/ou Álcool a uma reflexão profunda sobre o comportamento humano e como ELE poderá alterá-lo.

Iremos Tratar 100% o emocional do nosso paciente, por meio da inserção de Diversas Terapias Contemporâneas, o mesmo terá a possibilidade de entrar em uma autoavaliação e a partir daí colocar efetivamente em práticas diversas mudanças pessoais e intransferíveis.

Iremos Tratar: Traumas de Infância, vivencias negativas, separações, angustias, ,medos, decepções, isolamento, depressão, sentimento de culpa, sentimento de raiva, negação, comportamentos agressivos, arrogância, prepotência, entre vários outros que impedem o paciente de deixar o vicio e mudar de vida.